quinta-feira, 19 de agosto de 2010
like this.
Sou apenas mais uma,com sonhos de adolescente e esperanças de uma criança.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
"Ou me quer e vem, ou não me quer e não vem. Mas que me diga logo pra que eu possa desocupar o coração. Avisei que não dou mais nenhum sinal de vida. E não darei. Não é mais possível. Não vou me alimentar de ilusões. Prefiro reconhecer com o máximo de tranquilidade possível que estou só do que ficar a mercê de visitas adiadas, encontros transferidos. No plano REAL: que história é essa? No que depende de mim, estou disposto & aberto. Perguntei a ele como se sentia. Que me dissesse. Que eu tomaria o silêncio como um não e ficaria também em silêncio. Acho que fiz bem."
Caio Fernando Abreu
Caio Abreu me entenderia, certeza!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
pedaços da felicidade
Pra começar,meu sábado iniciou com a promessa de coisas boas- antes de mais nada, quero deixar claro que nunca mais confio nas minhas previsões.Mas não foi bem assim que o dia decorreu.
Primeiro,assistir aula dia de sábado é o mesmo que se suicidar de forma lenta.E agora que instalaram câmeras nas salas,tornou-se impossível não se sentir vigiado 24horas,quando por qualquer tolice, um coordenador entra pra mandar alguém não fazer algo.Resultado:não pude sucumbir à vontade extrema de dormi naqueles dois horários de física.Maldita tecnologia.
Minha sorte foi que liberaram mais cedo, devido à reunião de professores.À tarde, eu fui para o shopping.Péssima escolha.Sabia quem estaria lá e ainda assim decidir ir.Eu sei que nunca faço as coisas como devem ser feitas, e só analiso a burrice depois.Bom,essa foi a primeira.
Estava tudo indo tão bem,até a hora que eu tanto esperava:o filme. Por que eu tinha que nutrir esperanças? POR QUÊ? Sem mais delongas, não aconteceu nada.Absolutamente nada do que eu estava esperando.Essa foi a segunda burrice.Minha sorte, foi que eu cheguei tarde demais em casa para pensar sobre isso.
Pena que só não pude escapar disso domingo também.Minha mente não descansou um segundo depois que a realidade me trouxe à tona.Começei a me questionar que fim teria isso,e pela primeira vez, torcendo para que ele esteja próximo.
Enquanto por um lado,senti que não ter acontecido nada,foi bom.Por outro,me senti frustrada,procurando boas razões para não desabar - Não desabei.Embora tenha passado o dia com o episódio de ontem na cabeça,martelando diversas vezes,na esperança de que lá no fundo,eu achasse meu orgulho escondido.Pobre de mim.
Devo ressaltar que minhas tentativas foram em vão depois que cedi ao meu pensamento persuasivo de mandar uma mensagem pra ele.Tenho uma mente traidora.Se eu parasse pra pensar sobre os reais motivos que me levaram a fazer isso,certamente responderia sem hesitar que não deixaria, ao menos, a amizade acabar.Mentira descarada essa minha.Fiz isso pra camuflar a verdadeira intenção: saber se eu deveria continuar esperando ou não.E eu saberia isso se ele respondesse a tal mensagem.Triste fim o meu novamente.Ele não respondeu.
Bom,essa foi a terceira e última frustração de um final de semana.Não,e eu não peço que venham mais iguais à este.
Depois dessa breve análise, tive que correr pro que ainda tinha que construir.E,de alguma maneira,esqueci tudo que havia se passado ao encontrar o primeiro sorriso de Jesiel do dia, a primeira gargalhada de Thércia,o primeiro abraço de Mariana,a primeira bisca de Brenda,do primeiro corte de Ezequias,da primeira palhaçada de Àlvaro,a primeira piada de Flávio,a primeira história de Renata,o primeiro chingamento de Taffarel,a primeira careta de Yoná,o primeiro conselho de Leonardo,o primeiro bom dia de Jaiana,o primeiro 'oi' de Amanda e a primeira brincadeira de Henrylle.
E,enfim,percebi que não eram as coisas ruins que eu queria deixar como lembranças.Afinal,são inerentes à qualquer pessoa.Eu queria guardar pequenos pedaços de felicidade tão valiosos, que eu encontrava todos os dias.E eles estavam ali, em cada um.

Ps: sentirei uma falta tremenda de vocês.
domingo, 15 de agosto de 2010
"Yes, I'd rather hurt than feel nothing at all"

Eu poderia ignorar todas as vezes que as lembranças vem me corroer por dentro, simplesmente esquecer cada pedaço do meu passado que te traz pra perto,permanecer firme diante de qualquer palpitação dos meus dedos em discar seu número mais uma vez, sorri ao responder qualquer coisa sobre você,ignorar sua janelinha do msn, que não sei por qual motivo, parece se destacar das demais, me controlar para não parecer disponível demais quando por acaso, você vem falar comigo, ou até sucumbir ao desejo de apagar de vez todas as nossas fotos, que me fazem perguntar o que poderia ter dado tão errado,e finalmente obedecer minha promessa de parar de esperar que um dia tudo volte ao que,há uns oito meses, seria minha felicidade.
Eu poderia tudo isso, se não fosse tratando-se de você.
E agora,passo os dias me debatendo, procurando assimilar o que pra você era um motivo plausível pra terminar.Perdoe-me a ignorância, mas talvez eu nunca entenda.
Busco audácia e mato meu orgulho ao correr atrás de respostas pra tantas perguntas que você deixou.E quando as encontro, elas mantêm um paradoxo em relação às suas atitudes.O que eu deveria entender depois disso?
Deveria ser tão mais simples.
Poderia ser tão mais simples,se você quisesse.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009
confissões da saudade
Mas Nina, nem tudo é como a gente quer.Nosso namoro chegou ao fim, mas meu amor ainda se mantem vivo em mim, em cada lembrança.Vivo da nostalgia.Fotos foram apenas o que restou do que um dia foi;o que um dia me fez tão feliz.Eu vivo a olhá-las, a relembrar cada momento que a foto representa.Passo a reviver todos os sorrisos, abraços e beijos.Chego a senti-lo perto de mim outra vez.E é quando volto à realidade, e vejo que nem tudo é tão simples assim.
Talvez o pior disso tudo é que não encontro motivos pra esquecê-lo.Todos os motivos possíveis me levam a pensar em tudo, e novamente me embriago em pensamentos que me levam cada vez mais longe de mim,bem perto dele.
(...)
Sabe, Nina, eu queria ao menos saber se ele ainda pensa em mim ou se já esqueceu de tudo.Queria que ele não tratasse com indiferença o que eu sinto, que ele aprendesse a perceber que as menores atitudes que tomo são uma forma de chamar a atenção dele para o que ainda permanece vivo em mim...talvez até maior do que antes.
Queria que ele conversasse comigo e eu não pensasse a cada segundo em uma maneira de penetrar nesses assuntos que tanto afligem meu coração, porque eu sei que estaria retornando ao mesmo terreno vazio de quando nossa história chegou ao fim.Queria enfim saber se ele se controla do jeito que eu me controlo pra não desmanchar minha imagem de bruta, de quem não sente.
Queria desvendar todos os mistérios de seu silêncio.
Sorte a minha que meu orgulho me impede de declarar meu amor todas as vezes que minha mente insiste em discar o número dele.Mas eu queria ser forte o suficiente pra fingir que não sofro cada vez que ouço sobre suas novas companias.
Só queria que você soubesse que ainda sinto[E COMO SINTO!] tudo que um dia eu te falei e que sofro tanto ao perceber que talvez seja algo que permaneça apenas em pensamento...esperando uma concretização ilusória.
Mas continuarei reforçando meu sorriso, treinando meu orgulho e fingindo que tá tudo bem.E assim vou levando um coração na mão e um pensamento em você.
Pois eu sei que talvez eu esteja fugindo...ou talvez esteja procurando uma maneira de manter vivo isso em mim.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Será...medo?
E são justamente esses medos que estão me consumindo.Medo porque eu sei que o que não devia acontecer, já aconteceu e de uma forma tão intensa que tomou conta de mim.Medo porque, pela primeira vez ,eu sei tudo que eu quero fazer agora, e isso me assusta. Nunca tive tanta certeza na minha vida.Medo porque a cada segundo que passa, não tem um que passe despercebido por mim a ponto de não pensar em quem tanto tira meu sono.E como eu adoro isso! Medo pela forma como eu já me sinto dominada por esse vendaval de sentimentos e emoções que tomaram conta de tudo que eu faço. Tanto medo que eu chego a querer fugir, até a negar o que eu sinto, mas não consigo me enganar.E o pior é que eu não sei se quero fugir mesmo ou me aproximar ainda mais. E ainda tem o medo de pensar que talvez tudo que eu sinta ainda não seja recíproco.E o medo de aceitar isso sem ao menos lutar.
Mas,quem sabe, isso tudo não seja medo...seja amor!