segunda-feira, 16 de agosto de 2010

pedaços da felicidade

Acordei com ressaca moral,às 5 horas da manhã.Nada como iniciar uma segunda-feira da melhor maneira possível: analisando meus excessos do final de semana.
Pra começar,meu sábado iniciou com a promessa de coisas boas- antes de mais nada, quero deixar claro que nunca mais confio nas minhas previsões.Mas não foi bem assim que o dia decorreu.
Primeiro,assistir aula dia de sábado é o mesmo que se suicidar de forma lenta.E agora que instalaram câmeras nas salas,tornou-se impossível não se sentir vigiado 24horas,quando por qualquer tolice, um coordenador entra pra mandar alguém não fazer algo.Resultado:não pude sucumbir à vontade extrema de dormi naqueles dois horários de física.Maldita tecnologia.
Minha sorte foi que liberaram mais cedo, devido à reunião de professores.À tarde, eu fui para o shopping.Péssima escolha.Sabia quem estaria lá e ainda assim decidir ir.Eu sei que nunca faço as coisas como devem ser feitas, e só analiso a burrice depois.Bom,essa foi a primeira.
Estava tudo indo tão bem,até a hora que eu tanto esperava:o filme. Por que eu tinha que nutrir esperanças? POR QUÊ? Sem mais delongas, não aconteceu nada.Absolutamente nada do que eu estava esperando.Essa foi a segunda burrice.Minha sorte, foi que eu cheguei tarde demais em casa para pensar sobre isso.
Pena que só não pude escapar disso domingo também.Minha mente não descansou um segundo depois que a realidade me trouxe à tona.Começei a me questionar que fim teria isso,e pela primeira vez, torcendo para que ele esteja próximo.
Enquanto por um lado,senti que não ter acontecido nada,foi bom.Por outro,me senti frustrada,procurando boas razões para não desabar - Não desabei.Embora tenha passado o dia com o episódio de ontem na cabeça,martelando diversas vezes,na esperança de que lá no fundo,eu achasse meu orgulho escondido.Pobre de mim.
Devo ressaltar que minhas tentativas foram em vão depois que cedi ao meu pensamento persuasivo de mandar uma mensagem pra ele.Tenho uma mente traidora.Se eu parasse pra pensar sobre os reais motivos que me levaram a fazer isso,certamente responderia sem hesitar que não deixaria, ao menos, a amizade acabar.Mentira descarada essa minha.Fiz isso pra camuflar a verdadeira intenção: saber se eu deveria continuar esperando ou não.E eu saberia isso se ele respondesse a tal mensagem.Triste fim o meu novamente.Ele não respondeu.
Bom,essa foi a terceira e última frustração de um final de semana.Não,e eu não peço que venham mais iguais à este.
Depois dessa breve análise, tive que correr pro que ainda tinha que construir.E,de alguma maneira,esqueci tudo que havia se passado ao encontrar o primeiro sorriso de Jesiel do dia, a primeira gargalhada de Thércia,o primeiro abraço de Mariana,a primeira bisca de Brenda,do primeiro corte de Ezequias,da primeira palhaçada de Àlvaro,a primeira piada de Flávio,a primeira história de Renata,o primeiro chingamento de Taffarel,a primeira careta de Yoná,o primeiro conselho de Leonardo,o primeiro bom dia de Jaiana,o primeiro 'oi' de Amanda e a primeira brincadeira de Henrylle.
E,enfim,percebi que não eram as coisas ruins que eu queria deixar como lembranças.Afinal,são inerentes à qualquer pessoa.Eu queria guardar pequenos pedaços de felicidade tão valiosos, que eu encontrava todos os dias.E eles estavam ali, em cada um.




Ps: sentirei uma falta tremenda de vocês.

domingo, 15 de agosto de 2010

"Yes, I'd rather hurt than feel nothing at all"









Eu poderia ignorar todas as vezes que as lembranças vem me corroer por dentro, simplesmente esquecer cada pedaço do meu passado que te traz pra perto,permanecer firme diante de qualquer palpitação dos meus dedos em discar seu número mais uma vez, sorri ao responder qualquer coisa sobre você,ignorar sua janelinha do msn, que não sei por qual motivo, parece se destacar das demais, me controlar para não parecer disponível demais quando por acaso, você vem falar comigo, ou até sucumbir ao desejo de apagar de vez todas as nossas fotos, que me fazem perguntar o que poderia ter dado tão errado,e finalmente obedecer minha promessa de parar de esperar que um dia tudo volte ao que,há uns oito meses, seria minha felicidade.
Eu poderia tudo isso, se não fosse tratando-se de você.
E agora,passo os dias me debatendo, procurando assimilar o que pra você era um motivo plausível pra terminar.Perdoe-me a ignorância, mas talvez eu nunca entenda.
Busco audácia e mato meu orgulho ao correr atrás de respostas pra tantas perguntas que você deixou.E quando as encontro, elas mantêm um paradoxo em relação às suas atitudes.O que eu deveria entender depois disso?
Deveria ser tão mais simples.
Poderia ser tão mais simples,se você quisesse.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009



Há uma grande probabilidade que no final sejamos só isso; nada mais que bons amigos, eternos conhecidos.


E o maior erro é acreditar que vai ser pra sempre,que aquele alguém nunca irá te machucar.E esquecemos que somos humanos e que nossas ações são falhas.Acreditamos que isso é nada mais que mera generalização, mas é nesse ponto que erramos.Nada feito pelo homem é perfeito, assim como nada é para sempre.Então concluímos que acabou e que a vida é assim.Não passou de bons momentos que agora somente vão ficar nas lembranças.Porque tudo nessa vida passa...e ainda bem que passa! :D

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

confissões da saudade

Oi blog. Posso te chamar de Nina? Eu gosto desse nome e ainda é o nome da minha gata.Eu preciso conversar e sinceramente desabafar sobre tudo que pesa na minha cabeça agora.

Eu gosto muito de um menino. Tanto que eu pensei que não fosse possível coisa assim comigo.E eu que pensei que desses amores a gente só via em novela ou em filmes românticos, me surpreendi.Mas não mais do que quando eu percebi o quanto eu gostava dele. Sabe quando parece que várias borboletas foram soltas no teu estômago? É assim toda vez quando estou com ele.

Cada pequeno detalhe dele é essencial e quando ele abre aquele sorriso, parece que não há mais mundo pra mim. Nada mais me importa, desde que ele esteja do meu lado.Ah, Nina, nunca estive tão apaixonada assim!Eu fico me perguntando quando isso realmente aconteceu.

E sabe? Eu não consigo responder.Mas não me importo com o antes, desde que no meu presente eu esteja com quem eu quero estar.

E o que mais eu poderia falar?São tantas as coisas que eu admiro nele...até seus defeitos eu adoro!Adoro porque fazem parte do que ele é. Seria exagero dizer que eu faço tantos planos, sonho já casando e tendo filhos com ele?Todos filhos com uma coisa dele... algo que eu sempre pudesse lembrar-lo ao vê-los.Não sei se é loucura minha já idealizar isso, mas me vejo tão feliz assim.Essa seria minha felicidade agora.


Mas Nina, nem tudo é como a gente quer.Nosso namoro chegou ao fim, mas meu amor ainda se mantem vivo em mim, em cada lembrança.Vivo da nostalgia.Fotos foram apenas o que restou do que um dia foi;o que um dia me fez tão feliz.Eu vivo a olhá-las, a relembrar cada momento que a foto representa.Passo a reviver todos os sorrisos, abraços e beijos.Chego a senti-lo perto de mim outra vez.E é quando volto à realidade, e vejo que nem tudo é tão simples assim.
Talvez o pior disso tudo é que não encontro motivos pra esquecê-lo.Todos os motivos possíveis me levam a pensar em tudo, e novamente me embriago em pensamentos que me levam cada vez mais longe de mim,bem perto dele.
(...)

Sabe, Nina, eu queria ao menos saber se ele ainda pensa em mim ou se já esqueceu de tudo.Queria que ele não tratasse com indiferença o que eu sinto, que ele aprendesse a perceber que as menores atitudes que tomo são uma forma de chamar a atenção dele para o que ainda permanece vivo em mim...talvez até maior do que antes.


Queria que ele conversasse comigo e eu não pensasse a cada segundo em uma maneira de penetrar nesses assuntos que tanto afligem meu coração, porque eu sei que estaria retornando ao mesmo terreno vazio de quando nossa história chegou ao fim.Queria enfim saber se ele se controla do jeito que eu me controlo pra não desmanchar minha imagem de bruta, de quem não sente.

Queria desvendar todos os mistérios de seu silêncio.


Sorte a minha que meu orgulho me impede de declarar meu amor todas as vezes que minha mente insiste em discar o número dele.Mas eu queria ser forte o suficiente pra fingir que não sofro cada vez que ouço sobre suas novas companias.
Só queria que você soubesse que ainda sinto[E COMO SINTO!] tudo que um dia eu te falei e que sofro tanto ao perceber que talvez seja algo que permaneça apenas em pensamento...esperando uma concretização ilusória.

Mas continuarei reforçando meu sorriso, treinando meu orgulho e fingindo que tá tudo bem.E assim vou levando um coração na mão e um pensamento em você.

Pois eu sei que talvez eu esteja fugindo...ou talvez esteja procurando uma maneira de manter vivo isso em mim.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Será...medo?

Eu tenho tanto pra dizer, mas parece que as palavras somem toda vez que eu busco uma explicação, uma forma de colocar tudo que eu sinto pra fora.Eu fico me questionando o porque disso e não acho respostas plausíveis.São tantas as sensações,as vontades que eu sinto e me nego a fazê-las...e são tantos os medos!Medo de me enganar, chegar a pensar que algo que eu esteja fazendo seja certo e na hora não ser bem isso.E logo no quesito maturidade que eu não sou bem dotada, acabaria fazendo tudo errado - como sempre.


E são justamente esses medos que estão me consumindo.Medo porque eu sei que o que não devia acontecer, já aconteceu e de uma forma tão intensa que tomou conta de mim.Medo porque, pela primeira vez ,eu sei tudo que eu quero fazer agora, e isso me assusta. Nunca tive tanta certeza na minha vida.Medo porque a cada segundo que passa, não tem um que passe despercebido por mim a ponto de não pensar em quem tanto tira meu sono.E como eu adoro isso! Medo pela forma como eu já me sinto dominada por esse vendaval de sentimentos e emoções que tomaram conta de tudo que eu faço. Tanto medo que eu chego a querer fugir, até a negar o que eu sinto, mas não consigo me enganar.E o pior é que eu não sei se quero fugir mesmo ou me aproximar ainda mais. E ainda tem o medo de pensar que talvez tudo que eu sinta ainda não seja recíproco.E o medo de aceitar isso sem ao menos lutar.

Mas,quem sabe, isso tudo não seja medo...seja amor!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Biolo...hã?

Eu tento entender porque eu sempre viajo nos meus pensamentos toda vez que a professora de biologia entra na sala.Eu até tento me concentrar em todos aqueles nomezinhos que cientistas loucos colocam em coisas que deveriam ser tão simples, mas toda vez que ela começa a falar, seja de célula ou qualquer que seja o assunto, minha cabeça parece que para em outra dimensão e eu começo a imaginar tantas coisas. Começa com célula e termina comigo sentada vendo o pôr do sol na praia. Como parei lá? Nunca descobri a resposta.


Não sei se é porque sou extremamente criativa- chego a ter uma mentalidade altamente fértil- ou se é porque o assunto de biologia esse ano está insuportável. Talvez sejam ambas opções.Enfim, talvez seja porque eu realmente goste de pensar sobre tudo um pouco e eu acho que esse seja o maior problema.Penso tanto que acabo achando problema onde não tem. Ou pensando um pouco mais[começou!], talvez tenha e eu que não esteja vendo isso. Tá, eu sei. Minha cabeça é tão confusa que chega a se contradizer toda. E ainda tem gente que tenta me entender... sorte daqueles que desistiram quando viram que era loucura.


Mas ainda assim eu penso que isso seja uma qualidade, pois eu não vejo somente um lado das coisas. Eu imagino todas as possibilidades possíveis e algumas nem tanto assim.Seria uma forma de me prevenir de qualquer problema e até de achar uma solução adequada pra ele.Outras pessoas já acham que isso seja algo inconstante demais pra uma só pessoa.Eu não acho.Mas cada qual vê as coisas do jeito que quer.Então vai depender do referencial- em física eu presto atenção.



O jeito vai ser cada qual fazer o que é melhor pra si, assim como eu farei o melhor pra mim.E assim quem sabe um dia, eu finalmente consiga começar a aula com célula... e terminar com célula!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

de volta. ;)


Caraca, tinha abandonado isso aqui.Desde maio que não posto nada :O De lá pra cá aconteceram tantas coisas. Coisas das quais eu amei e outras que nem foram tão boas assim.Mas todas me ajudaram a erguer um degrau no meu aprendizado.E só com isso eu tô satisfeita :D

Ando meio aperriada esses tempos, principalmente agora com essa história do Enem.A escola anda puxando bastante e eu tô fazendo prova a cada segundo --' Tenho um grupo de amigas que andam meio brigadas, e se duvidar, sou a que mais se abate com isso :( Tenho culpa de me apegar muito rápido?Eu tô triste com essa situação, porque fica uma coisa dividida, como se nada que aconteceu tivesse realmente alguma importância.Na verdade, é como se não existisse mais "amizade" e nenhum tipo de laço de afeto. Apenas convivência, nada mais que convivência.

Odeio essas situações. :( Ou talvez eu que dê muita importância pra amizades...Pelo menos papai diz assim.

E o meu outro grupinho, o GUETINHO, eu não vejo a um tempo. Ah! ô saudade que anda me matando :x Sinto tanta falta quanto sentia quando cada uma foi pra uma escola diferente e o contato ficou mais complicado.Mas nem por isso deixamos de ser o nosso grupo.Há,um exemplo de amizade que me deixa orgulhosa. E muito! Amo cada uma delas igualmente, sem nenhum tipo de dinstinção!(L)

E quanto o coração...HAHAHA. Uma palavra diz tudo: felicidade. ;)